Monday, December 31, 2007

CAPÍTULO 7

COMPUTADORES NA SALA DE AULA
De todo modo, a educação não seria passível a revolução tecnológica.
Como fundamento desta ideia, destaco as palavras defendidas pelo pedagogo americano John Dewey.(educação progressista).
O facto de haver vontade de pôr computadores na sala de aula,por si só representa um factor de mudança. Saliento ainda o facto da educação ser um vasto mercado para as grandes empresas na medida em que os computadores quase que substituiram os manuais escolares, daí haja uma necessidade de todos adquirirem esses equipqmentos.
PROJECTOS
A utilização de computadores deve ter as suas raízes na cultura familiar de cada criança. È obvio que não se pode limitar uma criança a navegar na net ou jogara jogos, na medida em que os computadores constituem uma fonte de enriquecimento intelectual e até cultural das crianças. Agora o mais importânte do que utilizar, é saber utilizar. Nesse sentido o papel da família é extremamente crucial . Aquilo que cada criança deve fazer com o computador depende da sua educação.
CAPÍTULO 5
A FAMÍLIA COMPUTACIONAL NA APRENDIZAGEM DA CULTURA
Ao ler este capítulo fiquei com a ideia de que as experiências de aprendizagem computacional fornece ocasião para a família torna-se mais consciente da sua cultura de aprendizagem. Por ex: partilho a mesma opinião ao autor, onde diz que as famílias devem aproveitar o entusiasmo das crianças face aos computadores como base para fomentar a cultura a cultura familiar da aprendizagem. Facto é que há famílias que não atribuem grande importâncias. O que acontece que a maior das aprendizagens das crianças é feitas em ambiente familiar.
Na minha opinião acho que o autor dá um incentivo aos pais, no sentido de não pensarem que são incapazes de adquirirem novos conhecimentos. Considerando que ninguém nasce com conhecimento .No entanto há uma tendência social de particularizar o uso de computador com o género das pessoas, significa dizer que o computador é mais para rapazes do que para raparigas. Eu penso que depende da cultura familiar de cada um de nós. Ma do modo geral o computador é para ambos os géneros.
PERIGOS NA NET

Qualquer pessoa que acompanha os últimos acontecimentos, sabe que a Internet está no cume de todas as polémicas relacionadas com os maus comportamentos sociais. È sabido que as vantagens são imensas, mas, pela mesma razão, os riscos são sérios. Hoje em dia qualquer pessoa pode bater porta digital de qualquer pessoa. Por outro lado tem haver com acessibilidade de diversas informações. Exemplo uma criança pode aceder informações que se prendem com a sua aprendizagem, como também ela pode aceder a uma colecção de filmes pornográficos. O mais preocupante é que a Internet facilita e de que maneira a “cultura de falsa personalidade “

CAPÍTULO 3

APRENDIZAGEM DO ESTILO FAMILIAR

Também sou de opinião de que o computador pode enriquecer a cultura familiar.
Penso que é do conhecimento geral, que as opiniões das famílias divergem sobre a utilidade do computador. No entanto há consensos sobre as mudanças que os computadores trouxeram na vida das crianças( sejam pelos melhores motivos ou pelos piores motivos)

CAPÍTULO 2

HISTÓRIA DE COMPUTADORES NA EDUCAÇÃO


Dentro dos temas abordados neste capítulo, pretendo apenas comentar um aspecto que me parece ser de actualidade. A literacia computacional

Diz respeito ao tipo de conhecimento que os utilizadores têm ou devem ter. Segundo o autor, na maioria dos casos, os alunos acabam por saber imensos factos sobre o computador e formas de o utilizar, mas quando encontram uma situação fora do comum, tropeçam como uma pessoa pouco fluente.
A este propósito pretendo salientar um facto real, para dizer que a literacia computacional muitas vezes confunde-se com a literacia inglesa
Refiro-me de certos vocábulos ingleses (world, Widows, on-line,Messenger etc.) Cujo as suas traduções correspondem ao mesmo sentido de palavra na linguagem informática. Nesta lógica. É evidente que a literacia computacional tende-se valorizar mais

Friday, December 14, 2007

Tecnologia na educação

Conferência E-learning e comunidades: No digital mas mais além


Foi realizada no anfiteatro da faculdade uma conferência sobre tema em epígrafe.

Na ocasião, os alunos tiveram oportunidade de aprofundar os seus conhecimentos sobre esta ferramenta. Houve um discurso de professor João Paiva da universidade do porto, no qual foram focados pontos importantes sobre esta matéria, em seguida deu-se aos alunos a oportunidade de colocarem as questões. Penso que foi muito proveitoso. Eu próprio não tive oportunidade de participar, não obstante, tive a curiosidade de pesquisar sobre o assunto. Fiquei a saber que E-learning tratava-se de um processso que aplica o potencial das tecnologias de informação e comunicação ao desenvolvimento da aprendizagem e da formação. Assim o E-learning traz consigo outras vantagens, nomeadamente:

-Inovação em processo de formação

-Auto-formação.

-Flexibilidade de ensino e aprendizagem.


Entretanto, assiná-lo aqui uma das sua desvantagens:

-Ausência de relações humanas formador/formando.

Messenger na sala de aula


Na minha opinião, a realização deste debate foi uma ideia brilhante, tem um impacto positivo nas minhas aprendizagens.

Honestamente, não julgava o quanto importante ele podia ser.

Penso que foi perceptível a ideia com que entrei para o debate. Ideia essa de julgar-me alguém á "margem" das novas tecnologias.Porém, valeu-me a réplica dada pelas minhas duas colegas(não importa referir os seus nomes, elas sabem quem elas são.) Portanto manifestamente fiquei bastante entusiasmado com aquilo que se passou, na medida em que, não só experimentei e compreendi as vantagens das novas tecnologias no contexto educativo, como também, alterou a minha relação com as mesmas. Tanto mais que, o referido debate ajudou-me a modificar a imagem que tinha de mi mesmo, ou seja acima de tudo, aumentou os meus níveis de confiança. Com efeito, a partir de agora,vou passar a investir mais na minha auto- formação neste domínio.

Thursday, December 6, 2007

Apresentações de trabalhos

Nesta aula, houve apresentação de trabalhos feito em grupo, com as quais do meu ponto de vista, foram bastante formativos. Na medida em que, fiquei a conhecer outras ferramentas importante para um bom desempenho educativo, como por exemplo: podcast, blogs, wikis, slideshare, youtube e outros. Porém as dificuldades continuam a existir no que respeita aos “passos” dados na concessão dos projectos apresentados.
Lamento o facto de não possuir conhecimentos informáticos sólidos que me permitissem explorar, o grande potencial tecnológico na área da educação. Contudo, com ajuda dos colegas, ( facto que reconheço e agradeço), tenho assinalado algumas melhorias neste campo. Espero conseguir mais.